Com o avanço da idade, é natural que a pele perca firmeza e elasticidade. Esse processo, chamado de flacidez facial, está entre as principais queixas estéticas nos consultórios dermatológicos. E, muitas vezes, a primeira solução que vem à mente é o preenchimento.
Mas será que ele realmente resolve o problema?
Neste artigo, a Dra. Eloisa Ayres, médica especialista em dermatologia estética e fundadora da EA SkinClinic, explica por que o preenchimento não é a resposta definitiva para flacidez — e apresenta abordagens mais completas e inteligentes para tratar a pele de forma duradoura e natural.
Com o tempo, nosso organismo reduz a produção de colágeno, elastina e ácido hialurônico — substâncias fundamentais para a firmeza, sustentação e hidratação da pele.
Fatores como exposição solar, hábitos de vida, genética e oscilações hormonais também contribuem para esse processo. O resultado: perda de volume, contornos menos definidos e aspecto cansado no rosto.
Os preenchedores à base de ácido hialurônico são excelentes para restaurar volume, redefinir contornos e suavizar sulcos. Porém, quando o assunto é flacidez, eles atuam apenas de forma pontual e temporária.
Aplicações em excesso ou mal indicadas podem, inclusive, pesar o rosto e comprometer a naturalidade, agravando o efeito visual da flacidez.
Na EA SkinClinic, tratamos a flacidez facial com uma abordagem personalizada e baseada em evidências. A chave está em estimular os processos naturais da pele para restaurar sua estrutura de dentro para fora.
Entre os tratamentos mais eficazes estão:
Essas soluções promovem resultados mais duradouros, naturais e seguros, respeitando a anatomia e os limites de cada paciente.
A ideia é reorganizar a arquitetura da pele, reforçando sua sustentação e firmeza de forma gradual e elegante. O rejuvenescimento acontece com leveza, sem exageros — devolvendo à pele viço, contorno e expressão natural.