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Queda de cabelo ou queda normal: quando é hora de procurar um dermatologista?

Encontrar alguns fios no travesseiro, no banho ou na escova faz parte da rotina. 

O cabelo possui um ciclo natural de crescimento e queda. Em média, é esperado que uma pessoa perca certa quantidade de fios diariamente como parte desse processo. 

O problema é que contar fios todos os dias é praticamente impossível. Então surge uma dúvida comum: 

como saber quando a queda deixou de ser normal? 

Mais importante do que contar cada fio é perceber mudanças no padrão do seu cabelo. 

Nem toda queda de cabelo tem a mesma causa 

“Queda de cabelo” é uma descrição do que a pessoa percebe, não necessariamente um diagnóstico. 

Existem diversas causas possíveis. 

Predisposição genética, alterações hormonais, idade, doenças autoimunes, determinados medicamentos, penteados que provocam tração constante e acontecimentos que impactam o organismo podem estar relacionados à queda ou ao afinamento dos fios. 

Cirurgias, febres importantes, períodos de estresse para o organismo e até o pós-parto também podem ser acompanhados por aumento temporário da queda. 

É justamente essa variedade de causas que torna o diagnóstico tão importante. O mesmo sintoma pode exigir tratamentos completamente diferentes. 

O que observar além dos fios caindo? 

Algumas mudanças merecem atenção: 

A risca do cabelo parece mais larga? 

O rabo de cavalo parece menos volumoso?

O couro cabeludo ficou mais aparente? 

Existem áreas específicas com redução dos fios? 

Os fios parecem progressivamente mais finos? 

A queda aumentou de forma repentina? 

Em algumas formas de alopecia, um dos primeiros sinais pode ser justamente o alargamento progressivo da risca ou o afinamento dos cabelos. 

Ou seja, às vezes a principal mudança não é encontrar muito cabelo no chão. É perceber que o cabelo que permanece está diferente. 

Por que investigar cedo? 

Algumas formas de queda são temporárias. Outras são progressivas. 

E existem condições nas quais iniciar o acompanhamento nos primeiros sinais pode ser importante para a preservação dos fios. 

Por isso, esperar que uma área fique muito rarefeita para procurar ajuda pode significar perder um tempo importante de investigação e cuidado. 

Tricoscopia: olhar além do que conseguimos enxergar 

Durante a consulta dermatológica, uma das ferramentas que pode auxiliar na investigação é a tricoscopia. 

Ela permite observar de maneira ampliada o couro cabeludo e estruturas relacionadas aos fios, oferecendo informações que não são facilmente percebidas a olho nu. 

Mas a tecnologia não substitui a consulta. 

Ela complementa a análise médica. 

Histórico clínico, padrão da queda, evolução, medicamentos, doenças associadas, hábitos e exame do couro cabeludo ajudam o dermatologista a construir o diagnóstico e definir se exames complementares são necessários. 

E os tratamentos capilares? 

Aqui está um dos maiores riscos da automedicação.

Quando alguém percebe queda, é comum começar imediatamente vitaminas, shampoos, tônicos ou tratamentos indicados por outra pessoa. 

Mas, se existem diversas causas possíveis, também existem diferentes estratégias terapêuticas. 

O tratamento adequado depende do diagnóstico. 

Um produto que faz sentido para determinada condição pode não resolver outra. 

Antes de tentar fazer o cabelo crescer, descubra por que ele está caindo Essa é talvez a principal mensagem. 

Saúde capilar não começa pelo produto. 

Começa pela consulta. 

Na EA SkinClinic, a consulta dermatológica, com o auxílio da tricoscopia quando indicada, ajuda a compreender o couro cabeludo, o padrão dos fios e as possíveis causas da alteração para, então, construir um plano individualizado. 

Porque cuidar do cabelo também é entender o que ele está tentando mostrar sobre aquele momento do organismo. 

EA SkinClinic | Dermatologia e saúde capilar em Niterói

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